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MyMachine Portugal apresenta-se na Bélgica, casa-mãe do projeto

MyMachine_PTNos dias 27 e 28 de fevereiro vamos estar em Kortrijk (Bélgica) para o grande encontro do MyMachine.

Este encontro, que vai juntar os representantes do projeto da Bélgica, Eslováquia, Eslovénia, Noruega, Portugal e África do Sul, tem como objetivo reforçar a estratégia global do projeto MyMachine.

A ocasião será também aproveitada para Óbidos apresentar o MyMachine Portugal – que surgiu com a entrada de Vila Nova de Famalicão para a rede nacional – prevendo-se o lançamento, ainda este ano, de um pólo do projeto na zona sul do país.

O MyMachine é um projeto que surgiu em Kortrijk (Bélgica), através da Universidade de Howest, e é promovido em Óbidos, pelo 4º ano consecutivo, pelo Parque Tecnológico de Óbidos, Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha, Município de Óbidos, Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos e CENFIM – Núcleo de Caldas da Rainha. Está no seu 4º ano de funcionamento.

O MyMachine tem como objetivo promover a criatividade na Educação, permitindo que as crianças concretizem as suas ideias através da construção das suas “máquinas”. Essas máquinas são soluções para resolver problemas do Mundo, da sociedade, da nossa vida ou da nossa aldeia, recorrendo à criatividade das crianças e à sua forma simples de encarar o mundo. A essa criatividsade, junta-se depois o conhecimento e a capacidade tecnológica de instituições de ensino superior e de empresas do parque tecnológico.

Benefício lança edição premium do Licor de Ginja – Edição Óbidos

Processed with VSCO with c1 presetDário e Marta Pimpão, os mestres licoristas da Oppidum, aliam-se de novo à editora Benefício para produzirem uma edição premium do Licor de Ginja – Edição Óbidos, que esgotou a sua primeira série em apenas seis dias. A parceria que o Benefício e a Oppidum lançam será estrutural para ambas as empresas, e tem como principal objetivo proporcionar retorno ao produtor e à editora, que conseguiram acrescentar valor àquele produto, na Edição Óbidos.

A validação deste laboratório de inovação vai levar exemplares para a Godiva, no Porto, a primeira casa onde vai poder encontrar-se a segunda série deste produto.

Uma semana bastou para provar que a filosofia do Benefício – o ‘Beautiful Business’, um sistema colaborativo de criação de valor que consiste na troca de informações assentes em valores humanos quando associados à tecnologia – dá os seus frutos. “O Benefício é um agregador e um curador. Queremos provar que é possível criar produtos com alto valor acrescentado, sem esmagar quem cria e produz”, afirmam os seus cofundadores, Paulo Fernandes e Ricardo Nunes.

Ao mesmo tempo, e de forma a complementar a arquitetura e estruturação do ‘Beautiful Business’, o Benefício será a primeira marca portuguesa a fazer parte da plataforma Pop the Bubble, onde pode encontrar-se já a segunda edição do Benefício – a mochila Benefício, edição Beltimore.

Uma editora de produtos com história

Cada edição é assente em relações construídas com parceiros cujo know-how está sedimentado na sua história e valores, transmitidos para cada exemplar. Todas as edições do Benefício são limitadas a 100 exemplares, sendo estes customizados com nome e número de série.

O primeiro produto, uma garrafa de azeite, teve a sua origem numa herdade no Centro de Portugal, constituída essencialmente por olival e montado de Sobro centenários.

A segunda edição do Benefício (e a única ainda disponível para venda, na sua loja online e site Pop the Bubble), uma mochila, feita de cintos de segurança reciclados, e que juntou um alfaiate e uma empresa de abate de carros. “Aumentámos o tempo espectável das matérias-primas. Os cintos de segurança e a pele deixaram de ser desperdício e converteram-se numa mochila para a vida”, dizem Paulo Fernandes e Ricardo Nunes. O preço da mochila é de 300€ e o prazo de entrega de cerca de duas semanas.

No site do Benefício, e para fazer jus ao mote da empresa “Ninguém sabe o que é, mas vai ser incrível”, é ainda possível reservar-se o próximo produto.

Sobre o Benefício

O Benefício iniciou a sua atividade no final de outubro de 2016 com uma equipa de dois fundadores e 10 colaboradores, incluindo outras empresas.

Incubada na Startup Lisboa, tem a sua sede no Parque Tecnológico de Óbidos, uma vez que o acesso a produtores certificados e de alta qualidade é muito elevada (facilitando assim a criação de novos produtos e a dinâmica de cross-selling entre produtores).

Empresa do parque tecnológico desenvolve plataforma com IPST

Paulo Oliveira, Paulo Guerra e Bruno Catarino - da esq. para a dir.Está a funcionar em pleno em mais de meia centena de hospitais de Norte a Sul do País, e tem desenvolvimento da jam.hubSolutions, empresa do Parque Tecnológico de Óbidos. O Registo Português da Transplantação (RPT), em produção desde meados de 2016, é uma plataforma de âmbito nacional, que centraliza toda a informação disponível sobre o processo de doação, colheita e transplantação de órgãos e tecidos, e veio agilizar o trabalho que cada um destes momentos exige.

O RPT, regulado pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação, I.P. (IPST), permite “aos hospitais portugueses oferecer um acompanhamento completo aos seus pacientes, desde a sua identificação enquanto candidatos a um transplante até ao acompanhamento dos pacientes e dadores vivos (existentes para rins e fígado) após o transplante. Já do lado dos profissionais de saúde, esta é uma poderosa ferramenta de facilitação e agilização do seu trabalho que lhes disponibiliza, em tempo real, a informação necessária e suficiente à decisão clínica, automatizando, em simultâneo, a comunicação entre o corpo clínico e entre este e os pacientes, eliminando a necessidade de comunicar dados críticos através de outros meios (como fax, telefone ou papel)”, referem Paulo Oliveira, Paulo Guerra e Bruno Catarino.

A análise para o desenvolvimento da aplicação foi iniciada em setembro de 2014.

2016 ano recorde em transplantes e número de dadores em Portugal

Dados recentementre avançados pelo Jornal de Notícias (JN) apontam para um ano recorde em número de dadores de órgãos e de transplantes em Portugal.

O IPST “dá conta da transplantação de 841 órgãos entre janeiro e 20 de dezembro, mais 17 do que em todo o ano de 2015 e mais 94 do que em 2014”, lê-se na edição online de 02 de janeiro do JN. “Nunca houve tantos dadores de órgãos nem se fizeram tantos transplantes em Portugal como em 2016”.

Portugal figura em “quarto lugar entre os países com uma taxa de doação mais elevada, sendo só ultrapassado por Espanha, Bélgica e Croácia (…). O transplante mais comum em Portugal é o transplante do rim, sendo que, só este ano, registaram-se 485 transplantes deste órgão”, lê-se também na edição online da TVI24.

deCode arranca com duas dezenas e meia de ‘criadores do futuro’

Formadores Henrique Fidalgo e André Silva (esq. para a dir.)Duas dezenas e meia de crianças e jovens dos concelhos de Caldas da Rainha e Óbidos participam este ano no deCode – Academia de Programação e Robótica, com início na próxima semana, no Parque Tecnológico de Óbidos.

O projeto, liderado pelo Parque Tecnológico e pelo município de Óbidos, em parceria com o Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos, é uma iniciativa educativa que tem como objetivo reforçar o ensino de temáticas focadas nos ‘empregos do futuro’, potenciando, ao mesmo tempo, o desenvolvimento de competências e a aquisição de conhecimentos transversais a disciplinas como a Matemática, a Físico-Química, a Eletrónica ou a Mecânica.

“Com a transformação da economia, urge preparar o melhor possível as nossas crianças e os nossos jovens para uma nova realidade, altamente digital e tecnológica. O deCode tem justamente essa missão”, referiu Miguel Silvestre, diretor executivo do Parque Tecnológico de Óbidos, na sessão de lançamento da 3ª edição do projeto, esta terça-feira, 23.

As sessões da academia decorrem às terças e quartas-feiras, e contam com alunos do 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico, e do ensino secundário.

“Com as crianças do 1º CEB o que se pretende é que fiquem com uma ideia básica do que é a Programação”, e que “tenham algum contacto com esta linguagem”. “Vão usar o robot Dash, a grande novidade deste ano do deCode”, que vai executar as tarefas que os alunos determinarem, explica o formador André Silva.

“Tentamos sempre inovar”, refere Henrique Fidalgo, formador para os restantes níveis de ensino. Depois de uma introdução às linguagens da Programação, na primeira edição, e da introdução da Robótica, na segunda, este ano todos os alunos vão construir uma máquina ou um robot de raiz. “A ideia é que peguem não num kit pré-montado, mas que possam imaginar uma máquina – útil para alguma tarefa que tenham no seu dia a dia – e que a possam construir”.

Para Henrique Fidalgo, esta é sem dúvida uma oportunidade de aprendizagem, com impacto na caminhada de aquisição de conhecimento de cada um destes alunos. “Com o 1º CEB tentamos que [a abordagem] seja um pouco por meio da brincadeira, mas através dela estamos a tratar de algo muito sério que é o seu raciocínio lógico”. Já os alunos do 2º e 3º CEB e do ensino secundário vão ter acesso à linguagem de programação que é utilizada a nível empresarial ou industrial.

Quando chegarem a um curso superior, já saberão programar, já conhecem “a sintaxe de uma linguagem que é mãe de muitas outras, por isso vai ser mais fácil a sua própria integração no curso de Engenharia Informática, Engenharia Eletrotécnica, Robótica, ou noutro dentro da área da Computação Física”, conclui.

Recorde-se que Óbidos assumiu o pioneirismo no ensino da Programação para crianças e jovens através do projeto deCode que soma já, nas suas três edições, mais de duas centenas de participantes.

 

Veja os vídeos com os nossos formadores!

 

 

Parque tecnológico acolhe Sessão Solene do Feriado Municipal de Óbidos

humberto marques_feriado municipalA Sessão Solene do Feriado Municipal de Óbidos, ponto alto das celebrações, decorreu nos Edifícios Centrais do Parque Tecnológico de Óbidos.

A ocasião ficou marcada pela atribuição da Chave da Vila de Óbidos a Telmo Faria – pelo trabalho e entrega ao serviço público que desempenhou ao longo das últimas duas décadas enquanto autarca – e pelo anúncio de importantes investimentos e de novas apostas, assentes numa macroestratégia que passou a designar-se “Óbidos ID”.

 

Corporate Café abre programa de eventos de networking no parque

Corporate Café_090118Novo ano, novo ciclo de eventos corporate no Parque Tecnológico de Óbidos. A abrir, o encontro de networking ‘Corporate Café’, que esta terça-feira, 9, arrancou com a participação da empresa Dots Training.

“A Dots Training trabalha valências organizacionais e pessoais. O que fazemos poder-se-ia chamar – e chama-se – Team Building, mas julgamos que vamos para além disso”, explica o consultor Jorge Russo.

Seleção para o recrutamento, Team Startup, diagnóstico comportamental e organizacional, desenvolvimento de competências ou formação, são algumas das suas áreas de expertise, nas quais se incluem estratégias de interação entre colaboradores e empresas. Entre elas, a Gamification, uma técnica que recorre a ferramentas do chamado gaming, com impactos relevantes a nível comportamental.

Mas apesar de sugerir uma atividade lúdica, esta técnica “nada tem a ver com jogar”, afirma Jorge Russo. “Nas metodologias e modelos que aplicamos, é possível ‘expor’ os colaboradores das organizações e até as próprias organizações de uma forma muito intensa e clara. Tanto no outdoor como no indoor, não fazemos concessões no rigor e nos objetivos dos nossos clientes, pelo que as nossas atividades não são espaços lúdicos, ainda que apliquemos metodologias socializantes, de disrupção e descontração”.

Através das atividades que a empresa propõe levar a cabo, os participantes são tipicamente “postos à prova”, e expostos a situações que permitem perceber, por exemplo, quem se assume como líder, “quem toma as decisões difíceis” ou quem, por norma, “impõe a sua opinião”, explica ainda. “Também já assistimos a exemplos de superação” e isso é sinónimo de que as estratégias resultam.

Refira-se que o ‘Corporate Café’ é um encontro de networking que o Parque Tecnológico de Óbidos promove mensalmente para as empresas ali instaladas. Segue o modelo de reunião mensal, muito utilizado para a apresentação de novas empresas, novos serviços e de novos projetos, e também para a partilha de ideias e desafios.

Ensino da Programação e da Robótica de regresso com a Academia deCode

16684112_1424862397532460_1769112027675958668_nÉ uma competência e uma linguagem de futuro, e está de regresso ao ensino de crianças e jovens da região com o deCode – Academia de Programação e Robótica. O projeto, na sua 3ª edição, é destinado a alunos dos 6 aos 18 anos que tenham interesse em construir jogos, animações interativas, ou outras aplicações multimédia.

O deCode arranca em janeiro, e decorrerá na Escola Josefa de Óbidos (com alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico) e no Parque Tecnológico de Óbidos (com os alunos dos restantes níveis de ensino).

No âmbito deste projeto, as crianças vão ter acesso a ferramentas que as vão ajudar a compreender como funciona a Programação – linguagem de computador -, estimulando até o seu interesse por áreas como a criação de software.

A aposta na Robótica pelo segundo ano consecutivo, em articulação com o ensino da Programação, pretende potenciar nos alunos o desenvolvimento de competências e a aquisição de conhecimentos transversais a diversas disciplinas como a Matemática, a Física e a Química, a Eletrónica ou a Mecânica.

Aprender diferentes linguagens de programação é tão importante como falar Inglês. Em Portugal, a área da Programação Informática regista hoje uma das mais elevadas taxas de empregabilidade, em contraponto com o número de programadores especializados existentes.

Até 2020, a Comissão Europeia estima que fiquem por preencher, no nosso País, cerca de 15 mil vagas no setor das TI. Na União Europeia, serão mais de 900 mil.

Com o aumento do número de empresas de base tecnológica a instalar-se na região, e como forma de ajudar a suprir a carência de recursos, o Parque Tecnológico de Óbidos tem vindo a trabalhar com as escolas no sentido de as aproximar à comunidade empresarial.

Recorde-se que Óbidos assumiu o pioneirismo no ensino da Programação para crianças e jovens através do projeto deCode, coordenado pelo Parque Tecnológico de Óbidos e pelo município de Óbidos, em parceria com o Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos e Instituto Politécnico de Leiria.

As inscrições estão abertas e poderão ser feitas através dos números 262 955 700 / 262 077 001, ou dos endereços obitec@cm-obidos.pt / susana.abrantes@obidosparque.com.

MyMachine Portugal com sede e coordenação em Óbidos

MyMachine Óbidos passa a MyMachine Portugal - Arquivo MOO MyMachine, um projeto que visa promover a criatividade na Educação e que recentemente contou com a entrada do município de Vila Nova de Famalicão para a rede nacional, terá a sua sede e coordenação em Óbidos.

O MyMachine surgiu em Kortrijk (Bélgica), através da Universidade de Howest, estando implementado em diversos países (Bélgica, França, Eslovénia, Eslováquia, Portugal, África do Sul e na cidade de Oklahoma – Estados Unidos).

A ideia base dos fundadores do projeto é simples: trabalhar a criatividade e a inovação na educação, capacitando os alunos com competências para intervirem no contexto onde se inserem, para pensarem o território, definirem claramente um problema ou necessidade que identifiquem, e depois dar-lhes ferramentas para que possam resolver esse problema/necessidade.

A metodologia é igualmente simples e divide-se em três etapas: ideia, design e construção do protótipo. É um projeto singular, porque envolve alunos desde o ensino básico ao ensino universitário, permitindo que as crianças concretizem as suas ideias através da construção das suas “máquinas” (pensadas na fase da “Ideia”). À criatividade das crianças e à sua forma simples de encarar o mundo, junta-se-lhe depois o conhecimento e a capacidade tecnológica de instituições de ensino superior e empresas de base tecnológica.

Em Portugal desde 2014, Óbidos foi, até ao momento, a única região a desenvolver o projeto, através do Parque Tecnológico de Óbidos, do município de Óbidos, do Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos, da Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha e do CENFIM – Núcleo Caldas da Rainha. Em Óbidos, o MyMachine tem sido um impulsionador de uma estratégia concertada que liga empresas, o Parque Tecnológico, o município, universidades, e outras organizações às escolas.

Este ano letivo, com a entrada de Vila Nova de Famalicão para a rede nacional, é criado o MyMachine Portugal, que terá a sua sede e coordenação em Óbidos. Ana Sofia Godinho, do município de Óbidos, ficará com a coordenação nacional do MyMachine Portugal, articulando e apoiando todo o processo de implementação do projeto em Vila Nova de Famalicão e articulando com fundadores através da MyMachine Global Foundation.

Com o objetivo de expandir o MyMachine para outras zonas do País, ficará também responsável pela divulgação e implementação do projeto noutras regiões de Portugal, bem como com a articulação com os fundadores do projeto.

 

CENCAL e Parque Tecnológico arrancam com formação em Programação

colhido-vista-maos-digitando-laptop_1262-3196O CENCAL – Centro de Formação Profissional para a Indústria de Cerâmica de Caldas da Rainha, em parceria com o Parque Tecnológico de Óbidos, arranca em janeiro com o curso de Programador Informático.

Esta ação, inteiramente gratuita, tem como objetivo qualificar adultos na área da programação informática, dotando-os de competências para realizar análise de sistemas e gestão de base de dados, desenvolver aplicações e proceder à instalação e manutenção de equipamentos e aplicações informáticas de escritório, utilitários e de gestão, assegurando a otimização do seu funcionamento e respeitando as normas de segurança, higiene, saúde no trabalho e proteção do ambiente.

No decorrer do curso estão previstas ações complementares como workshops sobre linguagens de programação ou visitas às empresas do Parque Tecnológico de Óbidos, sendo que, no final, existirá a possibilidade de os formandos realizarem estágios nessas mesmas empresas.

A formação decorre de 15 de janeiro a 12 de novembro de 2018 no CENCAL  - Caldas da Rainha. Todos os interessados deverão ter no mínimo 18 anos, o 12º ano de escolaridade completo, e encontrar-se em situação profissional de desemprego.

A área de Programação Informática atinge hoje uma das mais elevadas taxas de empregabilidade no nosso País, em contraponto com o número de programadores especializados existentes.

Segundo números avançados já este ano, a carência destes recursos em Portugal atingirá os 40 mil. Em 2020, a Comissão Europeia estima que fiquem por preencher em Portugal cerca de 15 mil vagas no setor das TIC. Na União Europeia, o número atingirá as 913 mil vagas.

As inscrições para o curso de Programador Informático decorrem até 07 de dezembro de 2017. Deverão ser feitas diretamente no CENCAL ou online em www.cencal.pt.

Arrisca C desafia jovens empreendedores a dar o “salto para o sucesso”

Arrisca C_cartazFoi prolongada até dia 29 de dezembro a data limite de candidaturas ao Arrisca C, concurso nacional de ideias e planos de negócio liderado pela Universidade de Coimbra e que tem, entre os seus parceiros, o Parque Tecnológico de Óbidos.

Com o mote ‘Chegou o momento de dares o salto para o sucesso’, a 9ª edição do concurso vai atribuir mais de 140 mil euros em prémios.

Segundo nota de imprensa da Universidade de Coimbra, “o formato simplificado de apresentação das candidaturas a concurso visa facilitar aos futuros empreendedores a maneira como mostram ao mercado os seus projetos inovadores”. “Para além das tipologias do concurso de ideias de negócio, de planos de negócio e do melhor prémio do ensino secundário, mantém-se a aposta em promover o prémio Social ao Centro, direcionado para a Inovação Social, associando à iniciativa ideias com uma forte vertente de responsabilidade social e com um potencial de impacto considerável na sociedade portuguesa”.

Com a experiência e o sucesso alcançado nas edições anteriores, “o Arrisca C apresenta uma proposta ambiciosa, que espera superar o número de candidaturas dos últimos anos”. “Com cerca de 760.000€ em prémios já distribuídos, 741 projetos candidatos, 1.828 promotores, e mais de duas dezenas de empresas criadas, o Arrisca C quer aumentar o desafio e tornar esta edição na mais disruptiva iniciativa dos últimos anos”.

De acordo com o regulamento do concurso, as candidaturas podem ser individuais ou em equipas até cinco elementos, sendo que pelo menos um dos promotores terá de ser estudante ou recém-diplomado há menos de cinco anos de qualquer Instituição de Ensino Superior do país.

Segundo o vice-reitor da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão, citado na mesma nota informativa, “o Arrisca C tem vindo a consolidar-se como uma das mais importantes montras de inovação a nível nacional. São muitas as empresas de sucesso que deram os seus primeiros passos no Arrisca C. Por isso, quem tem uma boa ideia, Arrisca C”.

O concurso Arrisca C é apoiado pelo programa INOV C 2020, projeto cofinanciado pelo Centro 2020, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).  É promovido por um consórcio de 15 parceiros, liderados pela Universidade de Coimbra e apoiado por mais de duas dezenas de patrocinadores.

Mais informações: www.arrisca-c.pt

Facebook: www.facebook.com/ArriscaC