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Newoxygen apresenta solução tecnológica para transportadoras

NO_screenshotChama-se bTransport Solution, e foi criada para empresas de transportes. A mais recente solução tecnológica da Newoxygen Consultoria Informática, empresa do Parque Tecnológico de Óbidos, permite às transportadoras assegurar a gestão integrada das suas encomendas, assim como o planeamento, a otimização de cargas e rotas, a criação, certificação e acompanhamento do e-CMR Digital APP Mobile para Motoristas (Android e IOS), entre muitas outras funcionalidades.

Este será um dos produtos que a empresa levará, de resto, à “Barcelona Innovation Summit”, uma conferência que acontece de 10 a 12 de abril, e que faz parte daquele que é considerado o evento de inovação e tecnologia do ano para parceiros SAP – o SMB Innovation Summit 2018.

Alunos vão construir rádios e comunicar com fragata da Marinha Portuguesa

IMG_5532Um grupo de 17 alunos do 3º Ciclo e Secundário das escolas de Óbidos vai estar connosco esta quarta-feira, 28 de março, a construir rádios feitos com latas de conservas.

Quando terminados, estes rádios vão dar aos alunos a oportunidade de estabelecer contacto, em código Morse, com a Fragata D. Fernando II e Glória, navio museu que, especialmente para este dia, vai ativar os seus equipamentos de comunicação (contando, para o efeito, com a colaboração de radiotelegrafistas da Marinha Portuguesa).

No Parque Tecnológico de Óbidos, esta atividade, aprovada pela ANACOM – Autoridade Nacional de Comunicações, vai contar ainda com o apoio do Núcleo de Radioamadores da Armada – do qual faz parte António Matias, CEO da Gadget Priority, empresa do Parque Tecnológico -, que vai participar nos testes de receção (marcados para as 12h00).

Esta atividade com os alunos das escolas de Óbidos insere-se no programa de atividades “Férias Ativas da Páscoa”, dinamizado pelo Município de Óbidos, programa Óbidos+Ativo, Óbidos Parque – Parque Tecnológico de Óbidos, Fábrica da Criatividade e Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos.

 

Parque Tecnológico certificado para acolher empreendedores estrangeiros

Edifícios Centrais - Óbidos ParqueO Parque Tecnológico de Óbidos acaba de ser certificado pelo IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação, I. P. para acolher empreendedores estrangeiros que pretendam desenvolver um projeto de empreendedorismo e/ou inovação em Portugal.

A certificação no âmbito do StartUp Visa – um programa de acolhimento criado para atrair investimento, talento e capacidade de inovação para Portugal – permite ao parque tecnológico receber e apoiar cidadãos de Estados terceiros que queiram estabelecer negócios inovadores de base tecnológica no nosso País, potenciando o investimento e a criação de emprego altamente qualificado.

Por pretenderem investir e criar emprego em Portugal, os empreendedores terão acesso a um visto de residência, que lhes permitirá criar ou mover a sua startup para Portugal.

A primeira fase do StartUp Visa ficou concluída com a certificação das incubadoras, estando agora em curso a fase de candidaturas ao programa. A avaliação dos projetos candidatos terá como critérios o seu caráter inovador e potencial de crescimento, a escalabilidade do negócio no mercado, e ainda as perspetivas de fixação em Portugal, uma vez terminado o programa.

Sobre o Óbidos Parque

O Óbidos Parque – Parque Tecnológico de Óbidos é um centro de negócios de base tecnológica, digital e criativa, do qual fazem hoje parte 36 empresas. Criado para fomentar um ambicioso cluster criativo e tecnológico, é um lugar com condições de excelência para as empresas inovarem, crescerem e serem competitivas.

Através de uma interligação dinâmica entre empresas, mercado, e atividade académica e de investigação, o parque oferece um ecossistema de inovação favorável ao desenvolvimento de projetos de base criativa, tecnológica e digital, quer estejam numa fase embrionária, nascente, ou numa fase avançada de maturação.

Projeto MyOeste apresenta grupo de mentores

myoestementoringA Óbidos.com e a Núcleo Inicial apresentam esta quarta-feira, no espaço Cowork do Óbidos Parque, a ação MyOeste Mentoring.

A ocasião contará com a presença do grupo de mentores que, a partir de agora, estará disponível para orientar e apoiar os empreendedores participantes através da transferência de conhecimento e know how.

O ‘MyOeste Mentoring’ faz parte do projeto “Turismo Criativo e Sustentável – O Futuro do Oeste”, cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

É dirigido a todos quantos queiram arrancar com uma atividade empresarial e profissional na área do Turismo criativo e sustentável, e que necessitem de competências ao nível da gestão, empreendedorismo, organização e criatividade. Desenvolver-se-á no fórum do website www.myoeste.pt.

Porter procura ‘escalar’ para o mercado chinês

Leonardo Lino (esq) e Pedro Esteves (dir)A Porter, startup do Parque Tecnológico de Óbidos, está entre as 10 tecnológicas selecionadas pelo programa de aceleração FORGE para crescer no mercado chinês.

Depois de uma primeira fase de trabalho no Reino Unido – que culminou quarta-feira, 07, no Forge Demo Day -, a Porter prepara-se para rumar à China, onde tem já agendadas reuniões com duas tecnológicas chinesas, a Foxconn (a fabricante do iPhone) e a Tencent (dona do WeChat).

“Para a Porter, termos a possibilidade de penetrar no mercado chinês com empresas locais é diferente de o tentarmos fazer sozinhos”, afirmam os seus fundadores Leonardo Lino e Pedro Esteves, que salientam a importância, para qualquer startup, da alavancagem dos programas de aceleração.

À China, a Porter vai “com dois grandes objetivos: trazer mais fabricantes para a plataforma Porter e estabelecer parcerias a fim de implementar o nosso sistema [de abertura de portas e controlo de acessos com uma única aplicação móvel] naquele país”.

“Estamos conscientes do potencial mas também dos perigos que o mercado chinês representa”, afirmam. Seja como for, “conseguirmos 1% do mercado basta para valer a pena”.

A viagem à China, a segunda fase do programa de aceleração, inclui, durante quatro semanas, sessões de mentoring e outras ações, desenhadas para que as startups possam reforçar as suas capacidades de engenharia e distribuição, conhecer e explorar o mercado, construir uma rede de contactos, mas também trabalhar potenciais oportunidades de investimento. O programa contempla ações em Pequim, Xangai e Shenzhen, a ‘capital’ chinesa em desenvolvimento e conceção de Hardware.

Sobre a Porter

Startup promissora na área da IoT (Internet of Things), a Porter – Smart Keyless System criou um sistema inovador de abertura de portas e controlo de acessos, possível através de uma única app.

Com o apoio do Parque Tecnológico de Óbidos, em 2016 levou o projeto à Web Summit, onde viu validada a sua ideia de negócio.

Nasce em 2017, ano em que foi selecionada para o programa de aceleração Startupbootcamp de Amesterdão dedicado a Smart Cities [cidades inteligentes].

 

Agrozapp na 6ª Edição da FRUTITEC

davA Agrozapp, plataforma tecnológica de apoio ao setor da Agricultura, vai estar na 6ª Edição da FRUTITEC/HORTITEC, Salão Profissional de Máquinas, Equipamentos, Produtos e Tecnologia para a Fruticultura e Horticultura que decorre na Exposalão, Batalha.

Além da sua presença em stand, participa ainda numa sessão sobre o “Impacto das Novas Tecnologias nos Processos de Certificação em Agricultura Sustentável”, integrada no ciclo de conferências do evento.

A visitar de 09 a 11 de março.

MyMachine Portugal apresenta-se na Bélgica, casa-mãe do projeto

MyMachine_PTNos dias 27 e 28 de fevereiro vamos estar em Kortrijk (Bélgica) para o grande encontro do MyMachine.

Este encontro, que vai juntar os representantes do projeto da Bélgica, Eslováquia, Eslovénia, Noruega, Portugal e África do Sul, tem como objetivo reforçar a estratégia global do projeto MyMachine.

A ocasião será também aproveitada para Óbidos apresentar o MyMachine Portugal – que surgiu com a entrada de Vila Nova de Famalicão para a rede nacional – prevendo-se o lançamento, ainda este ano, de um pólo do projeto na zona sul do país.

O MyMachine é um projeto que surgiu em Kortrijk (Bélgica), através da Universidade de Howest, e é promovido em Óbidos, pelo 4º ano consecutivo, pelo Parque Tecnológico de Óbidos, Escola Superior de Artes e Design de Caldas da Rainha, Município de Óbidos, Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos e CENFIM – Núcleo de Caldas da Rainha. Está no seu 4º ano de funcionamento.

O MyMachine tem como objetivo promover a criatividade na Educação, permitindo que as crianças concretizem as suas ideias através da construção das suas “máquinas”. Essas máquinas são soluções para resolver problemas do Mundo, da sociedade, da nossa vida ou da nossa aldeia, recorrendo à criatividade das crianças e à sua forma simples de encarar o mundo. A essa criatividsade, junta-se depois o conhecimento e a capacidade tecnológica de instituições de ensino superior e de empresas do parque tecnológico.

Benefício lança edição premium do Licor de Ginja – Edição Óbidos

Processed with VSCO with c1 presetDário e Marta Pimpão, os mestres licoristas da Oppidum, aliam-se de novo à editora Benefício para produzirem uma edição premium do Licor de Ginja – Edição Óbidos, que esgotou a sua primeira série em apenas seis dias. A parceria que o Benefício e a Oppidum lançam será estrutural para ambas as empresas, e tem como principal objetivo proporcionar retorno ao produtor e à editora, que conseguiram acrescentar valor àquele produto, na Edição Óbidos.

A validação deste laboratório de inovação vai levar exemplares para a Godiva, no Porto, a primeira casa onde vai poder encontrar-se a segunda série deste produto.

Uma semana bastou para provar que a filosofia do Benefício – o ‘Beautiful Business’, um sistema colaborativo de criação de valor que consiste na troca de informações assentes em valores humanos quando associados à tecnologia – dá os seus frutos. “O Benefício é um agregador e um curador. Queremos provar que é possível criar produtos com alto valor acrescentado, sem esmagar quem cria e produz”, afirmam os seus cofundadores, Paulo Fernandes e Ricardo Nunes.

Ao mesmo tempo, e de forma a complementar a arquitetura e estruturação do ‘Beautiful Business’, o Benefício será a primeira marca portuguesa a fazer parte da plataforma Pop the Bubble, onde pode encontrar-se já a segunda edição do Benefício – a mochila Benefício, edição Beltimore.

Uma editora de produtos com história

Cada edição é assente em relações construídas com parceiros cujo know-how está sedimentado na sua história e valores, transmitidos para cada exemplar. Todas as edições do Benefício são limitadas a 100 exemplares, sendo estes customizados com nome e número de série.

O primeiro produto, uma garrafa de azeite, teve a sua origem numa herdade no Centro de Portugal, constituída essencialmente por olival e montado de Sobro centenários.

A segunda edição do Benefício (e a única ainda disponível para venda, na sua loja online e site Pop the Bubble), uma mochila, feita de cintos de segurança reciclados, e que juntou um alfaiate e uma empresa de abate de carros. “Aumentámos o tempo espectável das matérias-primas. Os cintos de segurança e a pele deixaram de ser desperdício e converteram-se numa mochila para a vida”, dizem Paulo Fernandes e Ricardo Nunes. O preço da mochila é de 300€ e o prazo de entrega de cerca de duas semanas.

No site do Benefício, e para fazer jus ao mote da empresa “Ninguém sabe o que é, mas vai ser incrível”, é ainda possível reservar-se o próximo produto.

Sobre o Benefício

O Benefício iniciou a sua atividade no final de outubro de 2016 com uma equipa de dois fundadores e 10 colaboradores, incluindo outras empresas.

Incubada na Startup Lisboa, tem a sua sede no Parque Tecnológico de Óbidos, uma vez que o acesso a produtores certificados e de alta qualidade é muito elevada (facilitando assim a criação de novos produtos e a dinâmica de cross-selling entre produtores).

Empresa do parque tecnológico desenvolve plataforma com IPST

Paulo Oliveira, Paulo Guerra e Bruno Catarino - da esq. para a dir.Está a funcionar em pleno em mais de meia centena de hospitais de Norte a Sul do País, e tem desenvolvimento da jam.hubSolutions, empresa do Parque Tecnológico de Óbidos. O Registo Português da Transplantação (RPT), em produção desde meados de 2016, é uma plataforma de âmbito nacional, que centraliza toda a informação disponível sobre o processo de doação, colheita e transplantação de órgãos e tecidos, e veio agilizar o trabalho que cada um destes momentos exige.

O RPT, regulado pelo Instituto Português do Sangue e da Transplantação, I.P. (IPST), permite “aos hospitais portugueses oferecer um acompanhamento completo aos seus pacientes, desde a sua identificação enquanto candidatos a um transplante até ao acompanhamento dos pacientes e dadores vivos (existentes para rins e fígado) após o transplante. Já do lado dos profissionais de saúde, esta é uma poderosa ferramenta de facilitação e agilização do seu trabalho que lhes disponibiliza, em tempo real, a informação necessária e suficiente à decisão clínica, automatizando, em simultâneo, a comunicação entre o corpo clínico e entre este e os pacientes, eliminando a necessidade de comunicar dados críticos através de outros meios (como fax, telefone ou papel)”, referem Paulo Oliveira, Paulo Guerra e Bruno Catarino.

A análise para o desenvolvimento da aplicação foi iniciada em setembro de 2014.

2016 ano recorde em transplantes e número de dadores em Portugal

Dados recentementre avançados pelo Jornal de Notícias (JN) apontam para um ano recorde em número de dadores de órgãos e de transplantes em Portugal.

O IPST “dá conta da transplantação de 841 órgãos entre janeiro e 20 de dezembro, mais 17 do que em todo o ano de 2015 e mais 94 do que em 2014”, lê-se na edição online de 02 de janeiro do JN. “Nunca houve tantos dadores de órgãos nem se fizeram tantos transplantes em Portugal como em 2016”.

Portugal figura em “quarto lugar entre os países com uma taxa de doação mais elevada, sendo só ultrapassado por Espanha, Bélgica e Croácia (…). O transplante mais comum em Portugal é o transplante do rim, sendo que, só este ano, registaram-se 485 transplantes deste órgão”, lê-se também na edição online da TVI24.

deCode arranca com duas dezenas e meia de ‘criadores do futuro’

Formadores Henrique Fidalgo e André Silva (esq. para a dir.)Duas dezenas e meia de crianças e jovens dos concelhos de Caldas da Rainha e Óbidos participam este ano no deCode – Academia de Programação e Robótica, com início na próxima semana, no Parque Tecnológico de Óbidos.

O projeto, liderado pelo Parque Tecnológico e pelo município de Óbidos, em parceria com o Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos, é uma iniciativa educativa que tem como objetivo reforçar o ensino de temáticas focadas nos ‘empregos do futuro’, potenciando, ao mesmo tempo, o desenvolvimento de competências e a aquisição de conhecimentos transversais a disciplinas como a Matemática, a Físico-Química, a Eletrónica ou a Mecânica.

“Com a transformação da economia, urge preparar o melhor possível as nossas crianças e os nossos jovens para uma nova realidade, altamente digital e tecnológica. O deCode tem justamente essa missão”, referiu Miguel Silvestre, diretor executivo do Parque Tecnológico de Óbidos, na sessão de lançamento da 3ª edição do projeto, esta terça-feira, 23.

As sessões da academia decorrem às terças e quartas-feiras, e contam com alunos do 1º, 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico, e do ensino secundário.

“Com as crianças do 1º CEB o que se pretende é que fiquem com uma ideia básica do que é a Programação”, e que “tenham algum contacto com esta linguagem”. “Vão usar o robot Dash, a grande novidade deste ano do deCode”, que vai executar as tarefas que os alunos determinarem, explica o formador André Silva.

“Tentamos sempre inovar”, refere Henrique Fidalgo, formador para os restantes níveis de ensino. Depois de uma introdução às linguagens da Programação, na primeira edição, e da introdução da Robótica, na segunda, este ano todos os alunos vão construir uma máquina ou um robot de raiz. “A ideia é que peguem não num kit pré-montado, mas que possam imaginar uma máquina – útil para alguma tarefa que tenham no seu dia a dia – e que a possam construir”.

Para Henrique Fidalgo, esta é sem dúvida uma oportunidade de aprendizagem, com impacto na caminhada de aquisição de conhecimento de cada um destes alunos. “Com o 1º CEB tentamos que [a abordagem] seja um pouco por meio da brincadeira, mas através dela estamos a tratar de algo muito sério que é o seu raciocínio lógico”. Já os alunos do 2º e 3º CEB e do ensino secundário vão ter acesso à linguagem de programação que é utilizada a nível empresarial ou industrial.

Quando chegarem a um curso superior, já saberão programar, já conhecem “a sintaxe de uma linguagem que é mãe de muitas outras, por isso vai ser mais fácil a sua própria integração no curso de Engenharia Informática, Engenharia Eletrotécnica, Robótica, ou noutro dentro da área da Computação Física”, conclui.

Recorde-se que Óbidos assumiu o pioneirismo no ensino da Programação para crianças e jovens através do projeto deCode que soma já, nas suas três edições, mais de duas centenas de participantes.

 

Veja os vídeos com os nossos formadores!